Imprensa auto suficiente

A história quem faz somos nós, os leitores e personagens, rezam.

É assim que as redações de TODOS os jornais se comportam hoje em dia. Vejam essa manchete no portal do jornal O Dia, aqui do Rio de Janeiro.

Dossiê foi articulado pelo Planalto enquanto Lula estava de férias, diz jornal

O artigo  é uma bobagem, um monte de espaço perdido em bits que não traz nada novo. A não ser esticar a mentira e quimar a Dilma Roussef, próxima presidente do Brasil. O caso já está até resolvido, como mostra Luis Nassif: O fim de mais um factóide.

Quem lê a manchete estampada no portal já pensa: “os aloprados aprontam e o incapaz flanando por aí…” Quem presta atenção ao que vem depois da vírgula? Quem realmente entende o significado nefasto disso?

O jornalista idiota (sim, é quase um pleonasmo, hoje em dia), um mané reduzido a digitador de jornal, apenas pegou a invenção do jornal anterior, que por sua vez repercutia uma nota de autodefesa da revista que inventou tudo, e colou na janelinha.

Ora, ser jornalista assim é fácil. Sabe tudo a priori e o que não sabe, repete do outro jornal e tá tudo GG, joinha, joinha! A “imprensa” agora é assim, ela é a própria fonte, não precisa de mais ninguém para fazer a história.

Em última instância, a fonte, de TODA a “verdade”, é apenas a afirmação da publicação anterior. Pronto.

Esse negócio de apuração é coisa de esquerdista…

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